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...RAIOS DE SOL

Assuntos do quotidiano, amor, família, amigos e várias experiências de vida. Fica por aqui ;)

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29
Jun18

O maravilhoso campo

CÉLIA

Para quem me conheçe, sabe que eu gosto muito de campo e praia.

No campo, vocês podem ver à noite um céu estrelado e a lua ainda mais bonita. É maravilhoso deitarmo-nos numa manta num terraço ou pátio e olhar para as estrelas e a lua. 

As  festas das aldeias sempre muito animadas, nas noites de Verão são muito divertidas, dançamos pela noite a dentro.

Ir até ao rio ou praias fluviais do campo é espectacular. Para quem gosta muito de campo como eu, para quem viveu a infância em aldeias de campo nunca esqueçe as coisas boas.

Quando o calor era muito bebiamos água fresca das fontes, comiamos gelados no café da aldeia, sentavamo-nos nos bancos com sombra das árvores e iamos ao rio.

E as sardinhadas com a mesa no pátio da casa à sombrinha? quem diz sardinhadas diz grelhados de carne também com refrescos. 

Nunca vou esquecer coisas tão boas que o campo oferece. 

Querem passar uns belos dias no campo procurem turismo rural, nas zonas mais bonitas do nosso país. Zona norte e Beiras têm sítios lindos. Para mim, adorei o Gerês e gosto muito da zona da Sertã, Oleiros e Vila de Rei.

Procurem sítios baratos e bonitos, divirtam-se e descansem muito.

 

Beijinhos

 

 

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Oleiros

 

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Gerês

 

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Sertã

 

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Vila de Rei

 

 

 

06
Fev18

Pedaços da vida inesquecíveis

CÉLIA

Quando era adolescente passava as minhas férias na aldeia da minha avó. Uma casa pequenina mas com grandes terrenos à volta. Aquelas terras davam para correr e brincar até mais não. Tinhamos tudo das hortas, comiamos morangos frescos, cerejas, laranjas, maçãs, pêssegos, saladas de tomate e pepino, hortaliça, feijão, grão e do milho a minha avó fazia broas no forno. Sem esquecer os bolos que a minha avó fazia sempre no Verão: as filhós, bolo de mel, cavacas e bolinhos de limão.

Brincava com amigos da aldeia e mais tarde, quando já passei da idade das brincadeiras divertiamo-nos todos nas festas da aldeia onde dançávamos até não poder mais. Tinhamos tanques cheios de água, onde nos refrescávamo-nos, íamos ao rio da aldeia para banhos e apanhar sol. 

Foram muitos anos memoráveis e inesquecíveis, com tudo o que há de melhor da natureza. São tempos que já não voltam mas ficam para sempre.

Gostava de um dia ter uma casa de campo, onde possa ter uma horta e alguns animais, este é o meu desejo mais profundo do meu ser.

07
Out17

Os meus dias na aldeia

CÉLIA

Bom dia a todos!!!! Nesta quarta passada fui de viagem até à terra da minha avó que fica no concelho de Oleiros. Eram quase 10 horas quando partimos e chegamos por volta do meio-dia. Fomos almoçar ao mesmo sítio de costume, perto da ponte romana da Sertã. Pedimos cozido e foi muito mau porque depois de umas duas horas, a minha irmã estava mal disposta, eu e o meu marido estávamos só a arrotar com uma sensação de enfartamento. Jurámos que não comíamos mais cozido fora de casa. Passámos pelo lar da minha avó a visitá-la, fomos de seguida ao pingo doce para comprar comida e depois lá fomos de rumo até casa. Foram três dias espectaculares, na casinha do campo, passeámos pelas redondezas, fomos a Pedrogão Pequeno, ao miradouro, à barragem do Cabril e também ao rio que fica na aldeia da minha avó. Esteve tanto calor que nem imaginam, o sol era tão forte que me fez algumas dores de cabeça. A casinha da minha avó estava muito gira, pois em agosto quando lá estive, deixámos tupo limpo e arrumado. Outra coisa, nesta viagem fomos quatro como em agosto, fui eu, o meu marido, a minha irmã e a minha mãe. Mas tenho mais coisas para contar, na quinta fomos andar a pé e encontramos uma fila de javalis a correr pelos montes entre o mato. Vimos os bichos de longe a correr, foi mesmo engraçado, por outro lado vimos algumas coisas más como as florestas ardidas desde a Sertã, Vila de Rei até Oleiros. A barragem do Cabril está muito vazia, mais uma coisa nada boa para além de que está tudo muito seco devido à falta da chuva. Muito bom foi ver o luar e as estrelas, destas noites com lua cheia. O cheirinho do campo é maravilhoso, ainda trouxemos umas filhós oferecidas por uma vizinha e que me lembre também estivemos á beira da ribeira da Sertã onde vimos as folhinhas das árvores a cair, bebemos uma cervejinha num café perto da ribeira, pois o calor era insuportável. Quando fomos na sexta ver a barragem do Cabril, o miradouro de Pedrogão Pequeno e o rio da aldeia tirámos algumas fotos que aqui vos deixo. Como vos contei, fomos ao restaurante quando chegámos na quarta à Sertã, que não correu lá muito bem mas de resto, comemos sempre em casa comidinha caseira. A casa da minha avó tem uma lareira na cozinha, fazemos assados e desta vez assámos bacalhau e frebras na brasa. Soube tão bem e isto não temos em Lisboa. Há um cafézinho de gente muito simpática em Pedrogão pequeno onde fomos duas vezes, na quinta à noite e na sexta de manhãzinha. Regressámos a Lisboa na sexta à noite, estava o céu cheio do fumo do fogo em Ansião. Não nos livramos dos fogos e está tudo tão seco, precisamos mesmo de chuva, ela que venha por favor. Assim se passaram estes dias do campo que souberam mesmo tão bem, espero lá voltar brevemente.Tenham um bom fim de semana e Beijinhos

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12
Jun17

SAUDADES

CÉLIA

Hoje deu-me a saudade. Saudade da minha avó que está doente com alzheimer. Tenho muitas saudades de quando ela sabia que era a sua neta. Senti saudades da minha adolescência que me divertia até mais não nas férias, que passava na casa da minha avó. Tantas saudades  dos 17, 18 aninhos. Foram anos muito felizes junto da minha avó com tudo de bom que tem naquela terra perto de Oleiros.

Fui muito feliz com festas, amigas e família. Tudo de bom que tem a natureza, vivi esses tempos na aldeia da minha avó. Os animais, os campos, o cheiro das flores, a música das festas, as iguarias, as caminhadas, o rio, a água fresca em dias de calor...

Estes tempos já não voltam mas eu quero ver de novo a minha avó e passear por aquelas terras lindas. Acho que as férias que estão a chegar vai ser para matar saudades. Beiijinhos e sejam felizes

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